
A advocacia paraibana quer ver os rostos por trás da mais recente polêmica que abalou os corredores da Ordem.
Após a repercussão do episódio de desobediência judicial durante as eleições da OAB-PB, cresce o coro de vozes que pedem transparência e responsabilidade. Afinal, além do Presidente da OAB- PB, Harrison Alexandre Targino, quem são as advogadas que, sob o pretexto de “liberdade de expressão”, decidiram ignorar uma decisão federal e desafiar abertamente a Justiça?
Abaixo, estão os nomes, e os rostos das advogadas que protagonizaram o episódio que já entrou para o histórico de vergonha institucional da Ordem.

1. HARRISSON ALEXANDRE TARGINO
(Presidente da OAB-PB)
2. JANNYLEYDE DA SILVA MILANÊS
(Vice-presidente da OAB-PB)
Líder do grupo e voz do vídeo que viralizou nas redes, Janny Milanês é a principal personagem da desobediência coletiva.
Em tom de militância, classificou a notificação judicial como “censura” e incentivou o descumprimento da decisão federal.
No vídeo, seu discurso sobre “dar voz às mulheres” soa heroico — até se lembrar que o que estava em jogo era uma ordem judicial, não um debate de gênero.
3. LARISSA DE AZEVEDO BONATES SOUTO
(Vice-presidente da CAA-PB)
Já conhecida nos bastidores por processos trabalhistas e denúncias de assédio moral, Larissa Bonates agora soma mais uma polêmica à sua lista.
Figura presente nas imagens com a camiseta proibida, a vice da Caixa de Assistência repete o roteiro: fala em direitos humanos, mas coleciona relatos de desrespeito e autoritarismo.
3. ANA KATTARÍNA BARGETZI NÓBREGA
A advogada acompanhou o grupo na manifestação de “resistência” e também é citada na notícia-crime.
Enquanto o Judiciário notificava, as câmeras gravavam — e o ato virou símbolo da insubordinação travestida de empoderamento.
4. ANANDA KYSSIA VALÉRIO COSTA
Outra integrante da linha de frente do movimento, participou ativamente do ato considerado um desafio direto à autoridade judicial.
Na retórica, “voz feminina”. Na prática, violação de uma decisão judicial.
5. IASMIN ALVES DE CARVALHO
Mais uma das advogadas citadas na petição da Justiça Federal.
A advocacia se pergunta: onde termina o ativismo e começa a irresponsabilidade institucional?
6. MAYARA ARAÚJO DOS SANTOS
Então conselheira estadual da OAB-PB, também aparece entre as envolvidas.
Seu nome se soma à lista de quem preferiu a provocação ao cumprimento da lei.
7. MARIA DAS DORES DE SOUZA MACIEL
Citada na denúncia por participar da ação coletiva de desobediência.
Na “Casa dos Direitos Humanos”, o respeito à Justiça parece ser opcional.
8. MARIA FABIANA MIRANDA DO NASCIMENTO
Outra participante do episódio, reforçando a pergunta que não cala:
Quando a desobediência parte de quem jurou defender a lei, o que resta à advocacia?
9. VANESKA DAYANE CARVALHO MELO
Integrante do grupo, Vaneska também é mencionada na notícia-crime.
10. CHICA LEITE
Integrante do grupo, Chica também é mencionada na notícia-crime.
12. BÁRBARA DOS SANTOS LIMA
Integrante do grupo, Bárbara também é mencionada na notícia-crime.
13. EZILDA MELO
Integrante do grupo, Ezilda também é mencionada na notícia-crime.
9. HELLEN CRISTINA TOMAZ
Integrante do grupo, Hellen cristina tomaz também é mencionada na notícia-crime.
Com seu nome, se encerra uma lista que representa não coragem, mas o retrato da contradição institucional.
Da Ordem à Desordem
O episódio escancara a fragilidade ética da atual gestão.
Mulheres que se dizem defensoras dos direitos humanos e da democracia foram flagradas descumprindo uma decisão judicial federal, em plena eleição da advocacia.
A advocacia paraibana assiste perplexa à inversão de valores: quem deveria zelar pela lei, a desafia; quem deveria dar exemplo, se esconde atrás de discursos ensaiados.
E no meio de tanto marketing de “sororidade e coragem”, fica a dúvida que incomoda:
Foi coragem… ou conveniência?
Uma coisa é certa: na OAB-PB, o slogan “Assédio Não” virou “Ordem, Só Quando Convém”.

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